sexta-feira, 5 de junho de 2009

Muricy faz treino com portões fechados

Após treino fechado, Muricy dá apoio a Hernanes, mas não revela time
Volante, que passa por momento ruim, foi reserva na última partida

Hernanes passa por momento difícil
O técnico Muricy Ramalho fechou o treino na manhã desta sexta-feira por cerca de uma hora. Os jornalistas esperaram no estacionamento do CT da Barra Funda e quando entraram, só acompanharam um trabalho com bola entre os atletas. O comandante manterá o mistério na escalação até a hora da partida do
São Paulo contra o Avaí , neste domingo, em Florianópolis, pelo Brasileiro . E não revela também se Hernanes, que ficou no banco contra o Cruzeiro , voltará ao time. Mas dá apoio ao volante, que passa por um momento ruim.

- Já conversei há um tempo com o Hernanes. Às vezes acontece isso mesmo, tem que entender, ele é garoto ainda, passa por altos e baixos. Mas não é má fase, porque isso dura mais, é um momento ruim que deve passar logo. Esse carinho que ele recebe dos companheiros é importante demais - ressaltou Muricy.

Um jogador que pode fazer a estreia com a camisa tricolor neste domingo é Jean Rolt. O zagueiro chega em um momento que o São Paulo só tem um titular na posição (André Dias), já que Renato Silva está machucado, Miranda segue na seleção e Rodrigo ainda não tem condições de voltar por causa de uma embolia pulmonar sofrida há cerca de um mês.

- A gente está observando bem. O Jean estava jogando e treinando na Ponte Preta, o que já ajuda. Perdemos o Renato, infelizmente, e tem a possibilidade de o Jean ser aproveitado, ou ainda o Aislan - resumiu o comandante.

André Dias diz que está jogando em nome da zaga

André Dias confunde nome do reforço e brinca com dois 'Jeans' em campo
Zagueiro, que estava na Ponte Preta, adotou o sobrenome Rolt na camisa


Com a chegada de Jean por empréstimo da Ponte Preta, o São Paulo agora tem dois jogadores com o mesmo nome no elenco. O reforço adotou o sobrenome Rolt na camisa para facilitar a identificação em campo. Mas pode também ser chamado de César. Isso porque André Dias, ao dar as boas-vindas ao recém-chegado, o chamou de César, nome de um ex-zagueiro da Macaca. Jean Rolt não se importa. O capitão tricolor pode chamá-lo do que quiser. - Se ele quiser me chamar de César para diferenciar em campo não tem problema. O que ele escolher para me chamar, eu olho (risos). Futebol é muito rápido, as jogadas se decidem em segundos, então se gritarem Jean os dois vão olhar mesmo. Com o tempo a gente se ajeita. Não sei se vão arranjar um apelido, mas o Rolt na camisa já ajuda - explicou o Jean zagueiro. André Dias também brincou com a confusão. E já rebatizou o novo companheiro mesmo de... César. - Quando falei para ele que era bem-vindo, acabei chamando de César. Agora fica César mesmo (risos). Mas falando sério, vamos chamar os dois de Jean, não tem jeito, o importante é gritar e algum deles aparecer. Só no primeiro jogo que complica um pouco, depois vamos nos acostumando - acrescentou André Dias. Jean Rolt e o volante Jean (cujo segundo nome é Raphael) podem jogar juntos já neste domingo, contra o Avaí , em Florianópolis, pelo Brasileiro .

sexta-feira, 8 de maio de 2009

São Paulo fazera um novo filme contando a historeia de todos os titulos brasileiros do Sao Paulo

A G7 Cinema, única produtora brasileira de cinema a levar filmes sobre times de futebol para o circuito comercial de cinema e para rede nacional de TV, junto com o Departamento de Marketing do São Paulo, resolveram transformar essa receita de sucesso em filme. Nasce o filme “SOBERANO – SEIS VEZES SÃO PAULO”, um documentário longa-metragem que se propõe a contar a história dos seis títulos brasileiros conquistados pelo São Paulo sob o principal ponto de vista de sua existência: o do torcedor.

O time que comandará a produção do filme é formado por tricolores de carteirinha: na direção, Carlos Nader, cineasta, renomado e premiado no Brasil e no exterior por filmes como Pan Cinema Permanente. No roteiro, Maurício Arruda, atual diretor do Programa “Altas Horas”, da TV Globo, concorrente ao Oscar de 2001, com o roteiro do curta-metragem “Uma história de futebol”. Na direção musical, Nando Reis, ex-Titãs por 20 anos e hoje com sua carreira solo e uma outra banda – Os Infernais. Compôs, dentre tantos outros sucessos, a canção “É uma partida de futebol”, em parceria com Samuel Rosa, do Skank.

O torcedor são-paulino é quem conduzirá o filme; seus depoimentos contando passagens de vida tendo as conquistas do São Paulo como pano de fundo, é que irão nortear o enredo do filme. ”SOBERANO” também terá a participação de importantes personagens da história são-paulina – craques dentro e fora dos gramados – que contarão seus principais momentos nas seis conquistas nacionais.

Para que o torcedor possa interagir e participar ativamente da construção do filme, está disponibilizado o site www.filmesoberano.com.br, no qual o são-paulino poderá enviar seus depoimentos, seus vídeos próprios e votar na escolha da capa/pôster do filme, dentre as cinco sugestões de capa. Como se vê, o são-paulino não será apenas um simples espectador do filme, e

sim terá um poder determinante na sua construção. Os autores dos melhores depoimentos enviados ao site www.filmesoberano.com.br serão convidados para contar suas histórias em frente às

câmeras. As melhores imagens enviadas para o site farão parte do filme e o pôster será escolhido exclusivamente através da votação da torcida.

Para o Vice-Presidente de Comunicação e Marketing, Julio Casares, “este é um projeto inédito na vida do São Paulo e do futebol brasileiro, por ser um longa-metragem que ressalta o clube com as maiores conquistas do Brasil nas últimas décadas e, absolutamente soberano na história do Campeonato Brasileiro”.

A produtora do filme “SOBERANO”, a G7 Cinema, tem experiência de sobra na produção de documentários sobre futebol. São dela os mais recentes e exitosos filmes sobre futebol lançados em circuito comercial de cinema: “Inacreditável – a Batalha dos Aflitos” e “Gigante – como o Inter conquistou o mundo”, este último o segundo documentário mais visto no Brasil em 2007 e recordista histórico de venda de DVDs no sul do país, com mais de 50.000 cópias.

A previsão de lançamento de “SOBERANO” nos cinemas é em setembro de 2009. “SOBERANO” é um produto oficial licenciado do São Paulo Futebol Clube, que receberá parte da receita do filme.

Equipe técnica

Todas as etapas de elaboração do filme “SOBERANO” contarão com a participação de um time de cerca de 30 pessoas; como não poderia deixar de ser, toda a equipe artística, musical e de criação será formada por são-paulinos; afinal, apenas torcedores poderão cuidar como se deve de um filme feito com, sobre e para torcedores. Dentre os integrantes, podemos destacar:

Carlos Nader – Direção

Sua primeira lembrança de ser são-paulino vem da mãe, que lhe ensinou, juntamente com o Pai Nosso, um mantra que lhe soava igualmente sagrado: “Poy, Savério e Mauro; Bauer, Rui e Noronha; Friaça, Ponce de León, Leônidas, Remo e Teixeirinha”. A escalação do campeão paulista de 1949 grudou na sua memória e nunca mais saiu; nem mesmo quando deixou de freqüentar ao lado do pai e dos irmãos, as cadeiras cativas do Morumbi e migrou para o anel superior das arquibancadas do Cícero Pompeu de Toledo. Nader pegava o ônibus da CMTC que saía da Praça das Bandeiras junto de outros tantos torcedores ensandecidos e ia gritando e cantando até o Morumbi.

“Minha memória visual sempre foi muito boa; lembro desde pequeno de fatos marcantes da história do São Paulo através de imagens e fotos. Pra mim a mais marcante aconteceu em 1977, a cena em que o goleiro Waldir Peres sai do seu gol em direção ao meio de campo para abraçar os seus companheiros de time depois que o jogador do Atlético-MG chuta o pênalti para fora. Era apenas o primeiro título nacional do Tricolor, viriam mais cinco….mas para um adolescente fanático de 13 anos foi a glória”, relembra Nader.

Sobre a condução do filme, Carlos Nader aposta nas histórias que serão contadas pelos torcedores. “O site será fundamental para captarmos bons personagens que consigam contar na frente das câmeras, seus grandes momentos e emoções; com as lindas histórias que aparecerão construiremos o filme”, afirmou.

Biografia – Carlos Nader é um ensaísta audiovisual, especialista em linguagens que vão do documentário clássico à videoarte. Seus vídeos foram exibidos em centros culturais de mais de 20 países (como o MOMA de NY, o Stedelijk de Amsterdã e a Tate Modern de Londres) e veiculados em mais de uma dezena dos principais canais de TV internacionais (como o inglês Channel 4 e o Franco-Alemão ARTE). Entre os prêmios que recebeu estão o Mondial de la Vídeo de Bruxelles (1993), o Internationaler Videokunstpreis da ZKM (1998) na Alemanha, o Grande Prêmio de Cinema Brasil de Melhor Vídeo (2000), o de Melhor Documentário Brasileiro no Festival É Tudo Verdade e o Prêmio Especial do Júri da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) (2008).

Maurício Arruda – Roteiro

Mauricio Arruda se orgulha de ter transmitido para suas filhas uma herança da família: torcer para o São Paulo (“e para o Rogério Ceni”, elas acrescentam). É tricolor de sangue e também de carteirinha – uma velha carteirinha que ainda guarda desde a época em que ia ao Morumbi com a torcida organizada. Lembra-se como se fosse hoje, da estréia de Pedro Rocha com a camisa tricolor. “Ele era a personificação da raça e da qualidade”.

Assim como Carlos Nader, Arruda relembra a final de 1977 como um momento especial, mas não se esquece e valoriza muito cada momento dos tantos outros títulos que o Tricolor do Morumbi viria a conquistar. “O Brasileiro de 2006, por exemplo, teve um momento emblemático: o jogo contra o Cruzeiro, depois da eliminação na Taça Libertadores da América. O São Paulo perdia por 2 x 0 e o maior ídolo do time, o goleiro Rogério Ceni, estava sendo cobrado; para encurtar a história, ele pega um pênalti, empata o jogo marcando duas vezes e quebra o recorde mundial de gols feitos por um goleiro…foi incrível”, afirma.

Para Arruda, o roteiro do filme será desenvolvido totalmente a partir dos depoimentos dos são-paulinos. “Quem melhor do que o torcedor que vivenciou as emoções para conduzir um filme feito para ele? Serão suas sensações, seus dramas, suas histórias que nortearão o destino do filme”, aposta.

Biografia – Maurício Arruda disputou o Oscar de 2001 com o roteiro do curta-metragem “Uma História de Futebol”. Também escreveu novelas na TV Globo, como “Quatro por Quatro” e “Vira Lata”; as séries do Fantástico “Retrato Falado” e “Copas de Mel”; e os longas-metragens “Contador de Histórias” e “Amanhã Nunca Mais” com estréias previstas para 2009. Como diretor de televisão é responsável por programas como “Altas Horas”, da TV Globo, “Fanzine”, da TV Cultura e “Copa na Mesa”, da MTV.

Nando Reis – Direção Musical

Antes mesmo de nascer, Nando Reis já sabia qual seria seu time. Na maternidade, veio a confirmação. Com a pele muito branca, os olhos muito escuros e os poucos cabelos muito vermelhos, ele era geneticamente tricolor. São-paulino como seus irmãos, seu pai, seu tio e seu avô, passou a frequentar assiduamente o Morumbi. Uma camisa com o número 2 às costas revelava sua admiração por jogadores temperamentais. Depois de Pablo Forlán, Serginho Chulapa se tornou seu ídolo na adolescência. Chegou a fundar sua própria torcida uniformizada, a LSP (Loucura São-

paulina). Orgulha-se de ter povoado o mundo com cinco filhos, quatro deles são-paulinos, que garantirão uma nova geração de torcedores – que ele espera, não venha tão breve.

“Para mim o fato mais marcante envolvendo as conquistas nacionais do Tricolor, foi a final contra o Guarani, em 1986. Não pude gritar em casa com o gol do Careca, que levou o jogo à decisão por pênaltis porque estava com meu filho recém nascido em casa e dormindo no quarto. Foi uma explosão contida”, relembra

O desafio de ser o diretor musical do filme instiga Nando Reis. “Será algo inédito e emocionante na minha vida; não farei nada incidental, vou usar a meu favor minha paixão pelo São Paulo. Meu objetivo será reproduzir em forma de música a mesma emoção que o jogador passa do campo para a arquibancada”, afirma Nando Reis.

Biografia – Nando Reis é músico e durante 20 anos fez parte dos Titãs. Hoje em dia tem sua carreira solo e uma outra banda – Os Infernais. Entre incontáveis músicas gravadas por inúmeros artistas,

cabe aqui citar uma em especial: “É uma partida de futebol”, parceria sua com Samuel Rosa, do Skank; a canção foi escolhida para fazer parte da trilha oficial da Copa do Mundo da França, em 1998.

Produtor: Gustavo Ioschpe

Produção e Distribuição: G7 Cinema

Site oficial do filme: www.filmesoberano.com.br

FONTE E TEXTO: Cinthia Savino – SPFC

São Paulo está nas quartas de final da libertadores sem precisar jogar

Conmebol decide jogo único, mas mexicanos se recusam a entrar em campo

Clubes da América do Norte não aceitam a medida adotada pela entidade. São Paulo está pronto para receber partida contra o Chivas

Site do Chivas diz que time mexicano está fora da disputa da Libertadores

Após a Federação Mexicana de Futebol anunciar oficialmente que o Chivas, adversário do São Paulo, e o San Luis estão fora da Libertadores (devido à nova gripe), a Conmebol resolveu tomar uma decisão no intuito de manter os times da América do Norte na competição sul-americana. De acordo com a entidade, os duelos entre São Paulo e Chivas e Nacional-URU e San Luis serão decididos em jogo único.

De acordo com o departamento de imprensa da Conmebol, as datas dos jogos, inclusive, já estão definidas. O São Paulo enfrenta o Chivas, no Morumbi, em 20 de maio. No mesmo dia, o Nacional-URU recebe o San Luis, em Montevidéu. Em caso de empate nos 90 minutos, a vaga às quartas-de-final da Libertadores será decidida diretamente nos pênaltis.

Apesar da decisão da Conmebol, a Federação Mexicana garante que não aceita a medida e pretende manter a posição de excluir os dois times do país da competição. Alheio à polêmica, o diretor de futebol do São Paulo, João Paulo de Jesus Lopes, se disse pronto a colaborar para que a partida contra o Chivas aconteça.

- Conversei com o Nestor Benítez (diretor de comunicação da Conmebol), e ele me disse que vai ter um jogo só, no dia 20 de maio, com os mexicanos do Chivas, e em caso de empate haverá decisão por pênaltis. Não é a solução ideal, mas é a melhor possível. Os mexicanos não aceitaram jogar duas no Brasil, e outros países não quiseram receber a partida - disse Lopes.

O mandatário da CBF, Ricardo Teixeira, ligou para o presidente são-paulino, Juvenal Juvêncio, informando que o jogo único acontecerá no Morumbi. No entanto, o site oficial do Chivas Guadalajara afirma que o time não jogará. O diretor tricolor disse que o clube já foi oficialmente informado pela Conmebol e está pronto para mandar o jogo único.

- Não sabemos se o Chivas virá ou se vai desistir da Libertadores, mas seguimos o que a Conmebol determinar. Se os mexicanos vierem, faremos o possível para tornar a estadia deles a mais confortável possível, ajudaremos no que for necessário - garantiu Lopes.

Entretanto, a posição do Chivas é firme: o clube não aceita jogo único e não quer discutir o assunto com a Conmebol. A decisão de não entrar em campo já está tomada, de acordo com o presidente da agremiação mexicana, Pedro Saez.

- Chivas e San Luis decidiram que não jogam mais porque as regras não foram cumpridas. A gripe está sendo controlada, não há motivo para não jogarem no México. Não queremos jogo único e não queremos conversa com ninguém da Conmebol - avisou Saez.

Caso Chivas e San Luis se recusem a cumprir a determinação da Conmebol, o São Paulo, que pediu para não jogar no México, e o Nacional-URU estarão automaticamente classificados às quartas-de-final da Libertadores.

São Paulo reclama do local do jogo Chiva-MEXxSão Paulo ser no México


Diretoria do São Paulo reclama sobre possibilidade de jogar no México
Diretor João Paulo de Jesus Lopes lamenta: 'É preocupante'


A notícia de que a Conmebol deseja marcar o primeiro jogo entre São Paulo e Chivas, pelas oitavas-de-final da Taça Libertadores, para o México não foi bem recebida pela diretoria tricolor. O diretor de futebol do clube, João Paulo de Jesus Lopes, disse que a opção não seria a melhor dentre as possíveis.
- É preocupante ter um jogo no México. A Organização Mundial de Saúde (OMS) definiu o país como risco de grau cinco, que indica iminência de pandemia. Vamos esperar a confirmação para depois pensarmos no que pode ser feito. Essa questão não passa mais pelos clubes, mas pela Conmebol e pelas autoridades sanitárias – explicou o dirigente são-paulino.

Nesta quinta-feira, agências internacionais noticiaram que o primeiro jogo entre os dois clubes seria realizado em Guadalajara, no México. O duelo havia sido adiado por causa do surto de gripe suína no país, e a Conmebol chegou a tentar levar o confronto para Chile e Colômbia, sem sucesso. Até mesmo o Brasil surgiu como possibilidade. Na última quarta, a Federação Mexicana de Futebol liberou os estádios locais para partidas do torneio nacional. Além do Tricolor, o Nacional (URU) tem como adversário o San Luis. Este jogo também foi adiado para a próxima quarta-feira.

Apesar das informações das agências, a Conmebol ainda não se pronunciou oficialmente por seu site. Decio de María Serrano, secretário geral da Federação Mexicana, aproveitou o anúncio da abertura dos portões para convidar São Paulo e Nacional para jogarem no país, garantindo uma recepção de qualidade.

- Enviamos uma notificação à Conmebol e esperamos a confirmação da entidade para mandar as duas partidas da Libertadores no México. Todos os sul-americanos serão bem-vindos - resumiu Serrano, na última quarta.

domingo, 12 de abril de 2009

Jorge Vagner fala que agora o importante é o Paulistão

Meia tricolor admite que estadual passou a ser mais importante que Libertadores

Jorge Wagner diz que conquistar o Paulistão agora é prioridade do São Paulo

Jorge Wagner garante que Paulista é prioridade

Se no começo da temporada a Libertadores era a prioridade do São Paulo, parece que o segundo lugar conquistado nas últimas rodadas e a classificação para as semifinais do Campeonato Paulista mudaram o pensamento dos jogadores.

Apesar do Tricolor estar vivo no torneio das Américas e ter um confronto na Colômbia - contra o Independiente de Medellín -, na quarta-feira, a possibilidade de conquistar o título do estadual é mais concreta, já que restam apenas duas partidas para definir o finalista. Jorge Wagner, meia do Tricolor, confirmou a preferência.


- Agora o que está valendo para a gente mesmo é o Paulistão. Tem um jogo da Libertadores no meio da semana fora de casa e a intenção é somar mais pontos e ficar mais tranqüilo para disputar o estadual mais à vontade. É nossa prioridade.


Em decorrência da simultaneidade das competições, além do duelo com o Corinthians, neste domingo às 16h, no Pacaembu, a agenda do clube é um dos principais adversários a ser enfrentado.

- Quando você faz um jogo importante como foi o de quinta (vitória por 2 a 1 sobre o Defensor pela Libertadores) tem um desgaste normal. Mas nos concentramos um dia antes para que possamos guardar energias para as semifinais. Estamos acostumados a atuar assim.

São Paulo mede focas com o Corinthians hoje no Pacaembu

Sem polêmica, Corinthians e São Paulo iniciam disputa por vaga na decisão

Após semana sem provocações, times começam, neste domingo, a decidir quem fará a final do Estadual contra Palmeiras ou Santos


Ronaldo e Washington: duelo dos camisas 9

Corinthians e São Paulo protagonizaram nos últimos anos a maior e mais apimentada rivalidade do estado. De bate-boca por quantidade de ingressos a discussões para projetar quem terá a maior torcida no futuro: tudo foi motivo de polêmica entre os clubes. Mas, a partir deste domingo, às 16h, no Pacaembu, o que vai valer mesmo é dentro de campo após uma semana de pouca língua afiada. Depois de seis anos, alvinegros e tricolores voltam a se enfrentar por um “mata-mata” de olho na vaga na final do Campeonato Paulista.

Por conta da melhor campanha na primeira fase (segundo lugar, com 40 pontos), o São Paulo tem a vantagem. Dois empates colocam a equipe do Morumbi na decisão contra Palmeiras ou Santos. O Timão (terceiro, com 39) precisa vencer ao menos uma das partidas e empatar a outra para seguir sonhando com o título, que não vem desde 2003, quando venceu o próprio Tricolor na decisão.

A vantagem do São Paulo, porém, é questionada pelo próprio técnico Muricy Ramalho. Na quinta-feira, quatro dias antes da decisão, o time suou para vencer por 2 a 1 o Defensor Sporting-URU, pela Taça Libertadores, no Morumbi. Para o treinador, a equipe chega ao clássico bastante desgastada fisicamente.

- Apesar de alguns entendidos dizerem que é tudo conversa mole, existe o cansaço. Eu não sei como os jogadores estarão na manhã de domingo. Podemos complicar para o Corinthians, embora seja inegável que eles levam vantagem – disse Muricy.

- Nada pode colocar uma equipe acima da outra neste momento. Nem o calendário, nem a classificação da primeira fase. Todos os times estão preparados e com as mesmas chances – discordou o lateral-esquerdo André Santos.

Os discursos dos jogadores, aliás, estão bastante cautelosos. No Timão, a ordem dada pelo técnico Menezes é para que os atletas não concedam declarações polêmicas. Mais que isso, o grupo evita falar em conseguir um placar elástico logo no primeiro jogo e foca a decisão da vaga para o duelo do domingo seguinte, no Morumbi.

- O segundo jogo é que vai decidir. Vai ser muito difícil resolver no primeiro jogo. São duas equipes inteligentes e que jogarão sempre com cuidado. Pensamos em reverter a vantagem deles nos 180 minutos e não só em 90 porque estamos jogando no Pacaembu – afirmou o capitão do Timão, William.

- Quem for mais aplicado vai se dar melhor. É jogo de detalhes. Serão duas partidas muito complicadas – ressaltou o lateral-esquerdo Junior Cesar, do São Paulo.

Muricy Ramalho perdeu um jogador titular. O lateral-direito Zé Luis machucou a coxa esquerda contra o Defensor Sporting e não tem condições de atuar. Assim, o treinador pode colocar Arouca na posição. A dúvida é se o comandante vai adotar o 3-5-2 ou o 4-4-2.

- Vou começar a definir o time somente na manhã de domingo porque é lá que saberei com quem posso contar – explicou Muricy referindo-se ao desgaste físico do elenco.

CORINTHIANS SÃO PAULO
Felipe, Alessandro, Chicão, William e André Santos; Cristian, Fabinho, Elias e Douglas (Jorge Henrique); Dentinho e Ronaldo. Rogério Ceni, Renato Silva, André Dias e Miranda; Arouca, Jean, Hernanes, Jorge Wagner e Junior Cesar; Borges e Washington.
Técnico: Mano Menezes. Técnico: Muricy Ramalho.
Estádio: Pacaembu. Data: 12/04/2009. Árbitro: Salvio Spinola Fagundes Filho. Auxiliares: Vicente Romano Neto e Giovani Cesar Canzian.
Transmissão: Rede Globo.
Tempo Real: O GLOBOESPORTE.COM acompanha a partir de 16h (de Brasília).

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Eduardo Costa joga 90 minutos contra o São Caetano e comemora

Do início ao fim, Eduardo Costa comemora os 90 minutos em campo
Volante fez a sua primeira partida completa com a camisa do pelo São Paulo
Em sua segunda partida com a camisa do São Paulo, o volante Eduardo Costa comemorou o fato de ter completado os 90 minutos do jogo em campo. Antes, ele tinha atuado pouco diante do Paulista. Contra o São Caetano, escalado como titular pelo técnico Muricy Ramalho, foi até o apito final. - Fiquei muito feliz por ter voltado a atuar em uma partida completa. Isso dá confiança para continuar o trabalho. Assim como André Lima, que estava eufórico por anotar um gol depois de mais de sete meses, Eduardo Costa tinha seus motivos pessoais para comemorar a igualdade de 2 a 2 com o Azulão, domingo, em Presidente Prudente. Mas também tinha o que lamentar. - Fizemos de tudo para conseguir a vitória. Merecemos ganhar o jogo, só que é complicado quando apitam faltas a todo momento contra nós. Uma hora o gol sai - completou o volante.

domingo, 29 de março de 2009

São Paulo vence Palmeiras no clássico e Washinton comemora com churrasco

Após decidir o clássico, Washington antecipa aniversário e faz churrasco

Atacante curte o raro domingo de folga com os amigos na capital paulista


Carolina Elustondo/GLOBOESPORTE.COM

Washington posa para foto com suas filhas no estilo boiadeiro em seu prédio

Washington foi o herói do classico entre São Paulo e Palmeiras, no último sábado, no Morumbi. Fez o gol da vitória tricolor por 1 a 0 e colocou o time na segunda posição do Campeonato Paulista, com a classificação para as semifinais ainda mais próxima. Após o dever cumprido, o atacante aproveitou a folga que o elenco recebeu neste domingo e comemorou o aniversário de forma antecipada, cercado de amigos e no comando do churrasco, no prédio onde mora, na capital paulista. Na próxima quarta-feira, dia 1º de abril, Washington completa 34 anos.

Até Arouca apareceu para dar um abraço no companheiro de clube.

Washington manda ver no churrasco

- Na verdade eu só sei fazer carne na grelha, porque tenho tios gaúchos que sempre cuidam da churrasqueira (risos). É raro ter um domingo de folga, é preciso aproveitar para ficar perto da família e dos amigos - ressaltou o Coração Valente, ajudado pelos gaúchos que foram contratados para abastecer os convidados com muita carne.

Depois de provar o cardápio e aprovar o sabor, o camisa 9 divertiu-se com uma roda de viola e se arriscou também na cantoria exibindo o chapéu de boiadeiro que ganhou de presente. Afinal, na quinta, ele estará em campo para enfrentar o Guaratinguetá e no dia do aniversário estará na concentração.

- Meus pais falam que eu nasci no dia 1º de abril e eu comemoro, mas é logo no dia da mentira, né? (risos). Mas como na quarta estarei concentrado, já celebrei agora - acrescentou o anfitrião, cercado pelas filhas Ana Carolina, de sete anos, e Catarina, de um ano e meio, além da esposa Andréia.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Washintone dono de livraria em Caxias do Sul

Além de camisa 9 e goleador, Washington é dono de livraria e amante da boa leitura

Atacante possui loja em Caxias do Sul e recomenda obras ao torcedores

O torcedor que vê Washington em campo fazendo gols pelo São Paulo e extravasando tanta euforia nas comemorações nem imagina que o atacante tem como hobby uma atividade bastante tranquila e silenciosa nas horas de lazer. Os livros são companheiros do jogador, que gosta tanto de ler que abriu uma livraria em Caxias do Sul (RS) na época em que ainda não sabia se voltaria a jogar bola, por causa dos problemas cardíacos. Hoje, ele brilha nos campos, mas não deixa o bom hábito de lado. Para incentivar os torcedores, o camisa 9 mostrou ao Globoesporte.com quais são suas obras preferidas (assista ao vídeo com a entrevista completa de Washington).

- Sei que não é comum ser um jogador e ter uma livraria. Abri a loja na época em que não estava jogando, por causa dos problemas no coração, e analisei o que não tinha em Caxias do Sul. Percebi que a cidade precisava de uma livraria. Deu certo, e no último dia 8 a loja fez cinco anos - comemorou o atacante, que também investiu em uma construtora.

As indicacões de leitura de Washinton

''Cacador de pipas'', de Khaled Hosseini

''O Código da Vinci'', de Dan Brown

''Vale Tudo:O Som e A Fúria de Tim Maia'', de Nelson Mota

''Michael Jordan:A Biography'', de David Port


Os livros que estão em alta com o são-paulino no momento são: "O Caçador de Pipas", de Khaled Hosseini, "O Código da Vinci", de Dan Brown, e biografias, como a de Tim Maia (Vale Tudo), escrita por Nelson Motta, e de Michael Jordan (Biography), de David Porter.

- Gosto muito de biografias, porque contam a vitória das pessoas, que lutaram e cresceram. Estou lendo a do Tim Maia, que ganhei autografada do próprio Nelson Motta. Já dá para perceber no começo do livro que o Tim era um cara maluco (risos), mas fantástico e com uma voz inconfundível, que eu sempre gostei de ouvir - descreveu o camisa 9.

Apesar de ter identificação com a torcida do Atlético-PR pelo tempo que defendeu o clube, Washington vai ler também um pouco mais sobre a ascensão do Coritiba à Primeira Divisão (Do Caos ao Topo: Uma Odisséia Coxa-branca). Afinal, o livro foi um presente de Renê Simões, que foi seu técnico no Fluminense, no ano passado, e o responsável por levar o Coxa de volta à elite.

- O Renê é um cara que eu ganhei com o futebol. Só tive alegrias, e uma delas foi ter trabalhado com ele. Ganhei o livro de presente e apesar de ter jogado no Furacão e ser torcedor também do clube, vou ler só por causa do amigo (risos).

Na fila, mais um livro para Washington ler: "São Paulo Campeão", escrito por Ingo Ostrovsky, por meio de depoimentos do técnico Muricy Ramalho sobre o título brasileiro de 2006.

- Agora vou ter que ler o livro do Muricy, senão vou tomar dura dele (risos). .É muito bom trabalhar com ele, que é bem diferente do que a gente vê nas entrevistas e no campo. No convívio é amigo, gente boa demais, parceiro, fala a língua do jogador - elogiou o atacante.

Em breve, Washington nas páginas de um livro

Washington cercado de livros em São Paulo

Apaixonado por leitura e com uma trajetória bastante marcada por sucessos e dificuldades, Washington já está planejando a sua própria biografia. O Coração Valente quer colocar nas páginas de um livro a história que construiu dentro e fora dos campos.

- O projeto de fazer um livro sobre a minha vida já existe, está encaminhado, e tenho certeza de que vai ter bastante conteúdo - completou o jogador que, por enquanto, escreve a cada jogo uma letra do nome na história do São Paulo.

A zaga do São Paulo está pronto para enfrentar Keirrison

Defesa são-paulina está pronta para enfrentar Keirrison, que estuda o rival

No último encontro, atacante era do Coritiba e marcou no empate por 2 a 2.

O duelo entre Keirrison, do Palmeiras , e a zaga do São Paulo promete. o encontro será neste sábado, no clássico realizado no Morumbi, pelo Paulistão . O artilheiro da competição, com 12 gols, já estuda os pontos fracos da defesa tricolor, que não terá Miranda, que está na seleção brasileira .

- Não ter o Miranda é bom não apenas para mim, mas facilita para toda a equipe do Palmeiras. Sempre estudo os zagueiros adversários, procuro ver como eles se comportam. O São Paulo tem uma defesa muito forte, é uma das melhores zagas do Brasil, e procuro observar os defeitos para tirar proveito em campo. Nos enfrentamos no ano passado - lembrou Keirrison, citando o empate por 2 a 2 entre Coritiba e São Paulo, no Couto Pereira, pelo Brasileiro .
André Dias também se recorda daquele encontro, no qual o camisa 9 marcou um belo gol. E apesar de Keirrison ser hoje mais badalado do que quando defendia o Coxa, o zagueiro são-paulino já sabe o que esperar em campo.

- Ele não mudou o que estava fazendo no Coritiba, tanto que é o artilheiro do Paulista, como foi no Brasileirão. A gente acompanhou o trabalho dele em campo, e naquele jogo ele até marcou um gol, mas não perdemos. A única coisa diferente agora é que ele está no Palmeiras e vai jogar este clássico - opinou o zagueiro.



Keirrison preocupa pela qualidade que tem, mas André Dias não está de olho apenas no camisa 9. O jogador são-paulino lembra que é preciso observar quem mete a bola para o atacante.

- Toda a equipe do Palmeiras merece atenção pela qualidade que tem. A preocupação com o Keirrison pode até ser maior, mas ela tem que ser mantida também com os outros atletas, que passam a bola para ele - completou o zagueiro.

quarta-feira, 25 de março de 2009

São Paulo mede forcas com o Noroeste antes do jogo de domingo contra o Palmeiras

Antes do clássico de sábado, Tricolor tem desafio contra o Noroeste pelo caminho

Com três na cola, time precisa vencer fora para se manter tranquilo no G-4


Washington pede vitória por tranquilidade

No meio do caminho para o clássico tem o Noroeste, adversário desta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), pelo Paulistão . Vencer o anfitrião, em Bauru, é obrigação, dizem os jogadores do São Paulo . Para manter o time firme no G-4 e chegar para o jogo contra o Palmeiras , sábado, no Morumbi, com moral e tranquilidade.

O Tricolor está em terceiro, com 30 pontos, mas tem na cola a Portuguesa , com os mesmos 30 pontos, além de Santo André e Santos , com 27. Estes dois últimos se enfrentam nesta quarta, e se o Ramalhão vencer e o Tricolor perder, o time do ABC passa o da capital. A Lusa encara o Mirassol e também pode deixar o São Paulo para trás.

- Este jogo é decisivo, importantíssimo, pois precisamos vencer por mais tranquilidade na tabela. Entre aspas, porque Portuguesa, Santo André e Santos vão jogar, e se vencermos nos mantemos entre os classificados - ressaltou Washington, que não marca há duas partidas e espera encerrar este jejum nesta quarta.

O Noroeste está na 17ª posição, com 14 pontos, e torce para o Guaratinguetá perder a partida contra o Ituano, pois precisaria de um empate para deixar a zona de rebaixamento.

- A distância do 11º colocado, para nós, o Marília e o Guarani é muito pequena: dois, três pontos. Isto torna fundamental somar pontos, pois um que você perde pode fazer muita falta no final do campeonato - alertou o técnico do Noroeste, Fahel Júnior.

Quase sem baixas


O treinador do time de Bauru não poderá contar com o zagueiro Márcio Alemão, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Anderson Marques e Marcelinho devem ser os escolhidos para compor a defesa. Fahel Júnior não tem mais problemas para formar o time e dá pistas de que sua equipe vai arriscar e buscar o gol, mesmo diante de um adversário forte.

- Creio que a necessidade de vitória das duas equipes fará com que o jogo seja aberto. O São Paulo quer garantir a classificação para as semifinais e nós queremos sair da zona de rebaixamento - acrescentou o técnico do Noroeste.

Zaga com problemas, e mistério até o fim

Zé Luis é dúvida até a hora do jogo

No Tricolor, o técnico Muricy Ramalho tem problemas para compor a zaga. Miranda, na seleção brasileira, e Renato Silva, suspenso, são desfalques certos. André Dias, que se recuperou de uma lesão na coxa direita, e Zé Luis, que curou uma luxação no cotovelo esquerdo, só devem ser confirmados momentos antes da partida. Eles viajam com o grupo para Bauru.

Richarlyson deve ser improvisado na zaga. Se André Dias não puder jogar, há uma chance de Aislan ser escalado. Na lateral, se Zé não tiver condições, Arouca deve seguir no setor, como nas últimas partidas.

NOROESTE SÃO PAULO
Fernando Vizzotto; Éder, Anderson Marques, Marcelinho e George; Júlio Bastos, Bilu, Bruno César e Luciano Bebê; Gilsinho e Marinho. Rogério Ceni, Rodrigo, André Dias (Aislan) e Richarlyson; Zé Luis (Arouca), Jean, Hernanes, Jorge Wagner e Junior Cesar; Borges e Washington.
Técnico: Fahel Júnior. Técnico: Muricy Ramalho.
Estádio: Dr. Alfredo de Castilho. Data: 25/03/2009. Árbitro: Leonardo Ferreira Lima. Auxiliares: Alessandro Pitol Arantes e Fábio Luiz Freire
Transmissão: A TV Globo exibe a partida ao vivo, e o Premiere, pelo sistema pay-per-view, mostra para todo o país.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Washinton é substituído e não gosta

Ao ser substituído, Washington demonstra insatisfação e faz cara feia
Atacante são-paulino sai de campo sem mesmo cumprimentar André Lima, seu substituto
O são-paulino Washington tenta, mas é bem marcado pela zaga do Paulista
Washington e Borges mostraram entrosamento dentro de campo, mas pouco conseguiram fazer para mudar a história do jogo em Jundiaí e sair do empate em 1 a 1 com o Paulista. No segundo tempo, o técnico do São Paulo, Muricy Ramalho, tentou André Lima no lugar do camisa 9, que ao ser substituído demonstrou insatisfação, e saiu sem mesmo cumprimentar o companheiro.
Ao deixar o gramado, o artilheiro do Tricolor arrancou a munhequeira e tacou no banco de reservas. Quando questionado o motivo da irritação, Washington tentou se explicar e afirmou que a cara fechada não foi pela alteração do treinador.

- Eu não reclamei do Muricy pela substituição, mas porque o jogo estava truncado e a equipe poderia ter explorado mais as jogadas de área, que é o meu forte. Assim, poderíamos ter aproveitado melhor as chances. Fiquei chateado porque nenhuma bola sobrava para mim.
Washington marcou oito vezes no Campeonato Paulista e, desde que foi contratado, tem sido tratado como titular absoluto do Tricolor. O atleta garantiu que vai continuar se esforçando para ajudar o time a conquistar as vitórias.
- Eu gostaria de fazer gols em todos os jogos, mas o fundamental é o São Paulo sair sempre vitorioso. Infelizmente hoje as jogadas deram certo, mas faltou a boa finalização – lamentou o Coração valente.

Problemas na zaga

Com Miranda na seleção e Renato Silva suspenso, Muricy terá desfalques na zaga
O técnico do São Paulo vai pensar em como escalar sua defesa para a próxima partida
Para Muricy (foto), Miranda merece convocação
O professor Muricy Ramalho vai enfrentar um outro problema para a próxima rodada do Campeonato Paulista desta quarta-feira contra o Noroeste, em Bauru. Na partida do último domingo contra o Paulista, o zagueiro do São Paulo, Renato Silva, recebeu o terceiro cartão amarelo e não estará à disposição do técnico. Além dele, Miranda vai se apresentar à seleção brasileira nesta terça-feira para enfrentar o Peru, no domingo, pelas Eliminatórias da Copa de 2010.
- Teremos um problema na zaga na próxima semana. O Miranda vai defender a seleção brasileira, o André Dias ainda não está 100% e o Renato Silva vai cumprir suspensão.
O comandante do Tricolor afirmou que o zagueiro merece a convocação pelo que demonstra dentro de campo. Apesar do desfalque, Muricy explicou que é importante para o clube ter um atleta defendendo a seleção brasileira.
- Ele mereceu ser chamado. Por um lado é bom para o São Paulo, já que temos um jogador com visibilidade, e, por outro, sofreremos uma falta significativa, já que ganhar a partida é obrigação. Agora é foco na classificação para as semifinais.

domingo, 22 de março de 2009

Torcida Independente

História

A Torcida Tricolor Independente surgiu de divergências de opiniões da antiga torcida uniformizada TUSP (Torcida Uniformizada do São Paulo). Em 1972, estava disputando a taça Libertadores da América, no Paraguai. Era a primeira vez que a TUSP ia em um campeonato no exterior, muito contente a torcida levou oito ônibus, brindes, camisas, bandeiras para serem entregues aos simpatizantes são-paulinos. Porém na disputa contra o Cerro Porteño, o time perdeu por 3 a 2. Alguns integrantes da torcida descobriram que os presidentes e pessoas ligadas estavam hospedados em hotéis de luxo, enquando o restante da torcida em pensões. Não bastasse a derrota, também ficaram sabendo que os tais brindes eram vendidos pelos dirigentes. Na volta da viagem, depois do último jogo contra o Olimpia vencido por 1 a 0, cogitou-se a formação de uma repartição da torcida. Newton Ribeiro, um dos fundadores da Independente, foi procurado por Ricardo Rapp e Rinaldo Cardoso, dois torcedores indignados com a Tusp, para discutir a formação de uma nova torcida. Juntaram-se a ele cerca de 40 pessoas, também insatisfeitos.

[editar] Dificuldades (março a abril de 1972)

Foi muito dificultoso organizar a torcida. Arnaldo Ruic, diretor social do São Paulo, não aprovava a formação da nova torcida. Dizia "isso é coisa de corinthiano e maloqueiro." Outra dificuldade foi um local para reuniões. Para a primeira reunião foi emprestada uma sala da Esfera Tour Turismo, na Av. Ipiranga. Nesse dia fizeram muitas escolhas. Uma delas foi o nome. Pensaram no começo em colocar o nome de animal muito usado na época. Mas Ricardo Rapp, tendo inspirações nos movimentos de indepedência ao redor do mundo, sugeriu o nome "Independente". Surgiu assim Tricolor Independente. O passo seguinte foi a escolha da camisa, uniforme 1, uma vez que a TUSP utilizava o uniforme 2. Assim a diretoria foi composta: Newton Ribeiro, presidente; Rinaldo Cardoso Leite, vice-presidente; Ricardo Rapp, coordenador de campo e tesoureiro; e Célio Perina, José Octávio Alvez Azevedo, Plínio Peloso, José Oswaldo Feitosa, sem cargos específicos. Nessa reunião resolveram que, só usariam bandeirões bem grandes de quatro por seis metros, com o nome da torcida, para chamar atenção nos estádios; e que a torcedora símbolo seria dona Filinha, figura muito querida dos são-paulinos. A data oficial da fundação da Independente ficou sendo a de 17 de abril de 1972. Seus estatutos ficaram prontos no dia 9 de junho do mesmo ano. Para ser sócio bastava ser são-paulino, ter duas fotografias e contribuir mensalmente com Cr$20 mil.

Sofrimento nos estádios

Tiveram de brigar por um espaço na arquibancada e no estádio, para guardar o material, e, ainda conquistar novos torcedores. O primeiro jogo ao qual a torcida compareceu oficialmente foi no dia 23 de abril de 1972, no Estádio do Pacaembu. O São Paulo jogava contra a Lusa. A primeira preocupação foi o espaço a estabelecer na arquibancada, já que na época a TUSP ocupava todo o local. José Carlos Zabeu, Mário Luisa Marcondes (Cida), Luis Alfredo (Turiaçu) entre outros, foram os primeiros torcedores convidados a integrar a torcida. A cada jogo o processo se repetia. O trabalho era cansativo. Mas, o mais desgastante era não ter onde guardar o material, (a sala da Av. Ipiranga só ficou emprestada por três meses). Dia de jogo, eram obrigados a chegar muito mais cedo aos estádios, porque tudo era feito lá mesmo com algumas horas de antecedência. O sufoco chegou a tal ponto que resolveram procurar o conselheiro do São Paulo, Paulo Planet Buarque, para pedir um espaço no Morumbi. A reunião foi marcada com o conselheiro de obras do estádio Antonio Numes Leme Galvão. Mas, o tema do encontro acabou sendo a própria torcida: "Eles queriam que desistíssemos. A sala foi conseguida depois de um ano e de muitas idas e até lá. Paralelamente, a luta por uma sede continuava.

As dificuldades iniciais da Torcida Independente

A maior dificuldade foi com os proprietários, que negavam a locação, logo após saberem o motivo da procura. Enquanto isso, os encontros se realizavam na Galeria Guatapará, na rua 24 de Maio, ou no Largo do Paiçandu, a céu aberto. Era época da ditadura. A primeira caravana da Independente para Piracicaba, não traz boas recordações para seus integrantes. O São Paulo disputava o Campeonato Paulista de 1972. A torcida alugou um ônibus mas somente 15 torcedores apareceram. Mas a segunda viagem para Araraquara, ainda durante o campeonato, foi muito importante, pois trouxe a pessoa que iria por as suas finanças em dia: Arari Guimarães. Ele chegou por meio de um anúncio publicado na Gazeta Esportiva. Um recurso para completar a lotação do ônibus que, até aquele momento estava apenas com 20 reservas. E, ainda, levou mais 10 pessoas para a viagem. Mas sua revelância não se resume a isso. Por ser pessoa de muita responsabilidade, foi convidado para ser o tesoureiro. Em contrapartida, quando a Independente se encontrava em dificuldades financeiras, usava os próprios recursos para saldar as dívidas. Na época, o crescimento da torcida dependia diretamente do desempenho do time, de 1972 a 1974, período em que o São Paulo não ganhou campeonatos, o número de associados caiu. Para reverter o quadro, algumas pessoas iniciaram uma campanha em rádios e jornais e lançaram, também o São Paulino Amigo(um folheto para ser distribuídos nos jogos) na tentativa de popularizar a Independente. Mas o grande impulso foi dado pela própria polícia. Em protesto a proibição do uso dos instrumentos musicas no campo. Nilson confeccionou faixas com os seguintes dizeres: Silêncio estamos jogando; e o corneteiro passou a tocar a marcha do Silêncio.O ocorrido foi um sucesso todos os meio de comunicação deram destaque a notícia. De 200 associados chegaram a 1 mil, em um ano.

Contemporâneo

Em agosto de 1995 ocorreu uma briga no Estádio do Pacaembu entre a Torcida do São Paulo e a torcida do Palmeiras onde infelizmente morre um torcedor.A F.P.F. proibiu a entrada nos estádios e a Justiça por meio do Ministério Público anos depois fechou a entidade Torcida Tricolor Independente. Nesses meses de proibição muita coisa aconteceu na Independente, alguns diretores, fundadores e associados foram afastados por ações não dignas de pessoas que amam a Torcida. Sendo que em 11 novembro de 1998 foi fundada o G.R.E.C. Tricolor Independente com novos fundadores e também uma nova diretoria, todos unidos em prol da nova agremiação que começava tudo do zero mas usava o respeitado nome Independente. Após a fundação os primeiros problemas começaram a surgir, a Tricolor Independente não possuía sede, material e muito menos dinheiro em caixa. Independente foi a única torcida que foi tomada por alguns ex-diretores e associados da torcida que insatisfeito com a diretoria da torcida que era bancada pelo São Paulo gastava dinheiros em fins particulares e assim deixando a torcida com dividas superiores a 250 mil reais e nome sujo na praça. No final de 2002, o bonde de Batata e Negão assumiram a torcida, sem dinheiro, com dívidas e sem ter um material na sede. Em pouco tempo a torcida já estaria com novos fornecedores, diversas sub-sedes e caravanas para todo mundo. Como maior feito desta atual diretoria, conhecida como A Retomada foi a volta aos estádios paulistas com nossas faixas, camisas e bandeiras. Graças a coperação e o trabalho junto com o Ministério Público e a Polícia Militar. A Independente pode finalmente colocar uma faixa em um estádio de futebol em São Paulo com seu nome.

[editar] Participação no Carnaval

Com a nova torcida foi criado também o Bloco Independente, que passou a disputar o Carnaval de São Paulo, a exemplo de outras torcidas organizadas. Porém, após uma confusão em 2003, com integrantes do Pavilhão 9 e da Mancha Verde[1], o bloco foi excluído do carnaval pela UESP.

[editar] Subsedes oficiais da Independente

Bob Marley o rei do reggae

Bob Marley

Bob Marley

Bob Marley apresentando-se em Zurique, Suíça, no dia 30 de maio de 1980.
Informação geral
Nome completo Robert Nesta Marley
Data de nascimento 6 de Fevereiro de 1945 Saint Ann, Jamaica
Origem Saint Ann
País Jamaica
Data de morte 11 de Maio de 1981 (36 anos) Miami, Florida, Estados Unidos

1981

Gêneros Reggae, Ska, Rocksteady
Instrumentos Guitarra, Violão, Percussão
Período em atividade 1962 a 1981
Gravadoras Island Records
Universal Music
Afiliações The Wailers,associated com The Upsetters,

associated com I Threes

Sítio oficial www.BobMarley.com

Robert Nesta Marley, mais conhecido como Bob Marley (Saint Ann, 6 de fevereiro de 1945Miami, 11 de maio de 1981) foi um cantor, guitarrista e compositor jamaicano, o mais conhecido músico de reggae de todos os tempos, famoso por popularizar o gênero. Grande parte do seu trabalho lidava com os problemas dos pobres e oprimidos. Ele foi chamado de "Charles Wesley dos rastafáris" pela maneira com que divulgava a religião através de suas músicas.

Bob foi casado com Rita Marley, uma das I Threes, que passaram a cantar com os Wailers depois que eles alcançaram sucesso internacional. Ela foi mãe de quatro de seus doze filhos (dois deles adotados), os renomados Ziggy e Stephen Marley, que continuam o legado musical de seu pai na banda Melody Makers. Outro de seus filhos, Damien Marley (vulgo Jr. Gong) também seguiu carreira musical.

Índice

[esconder]

Juventude

Bob Marley nasceu em 6 de fevereiro de 1945 em Saint Ann, no interior da Jamaica, filho de Norval Marley, um militar branco inglês e Cedella Booker, uma adolescente negra vinda do norte do país. Cedella e Norval estavam de casamento marcado para 9 de julho de 1944. No dia seguinte ao seu casamento, Norval abandonou-a, porém continuou dando apoio financeiro para sua mulher e filho. Raramente os via, pois estava constantemente viajando. Após a morte de Norval em 1955, Marley e sua mãe se mudaram para Trenchtown, uma favela de Kingston, onde o garoto era provocado pelos negros locais por ser mulato e ter baixa estatura (1,63 m).

Carreira musical

Princípio

Marley começou suas experimentações musicais com o ska e passou aos poucos para o reggae enquanto o estilo se desenvolvia. Marley é talvez mais conhecido pelo seu trabalho com o grupo de reggae The Wailers, que incluía outros dois célebres músicos, Bunny Wailer e Peter Tosh. Livingstone e Tosh posteriormente deixariam o grupo para iniciarem uma bem-sucedida carreira solo.

A maioria do trabalho inicial de Marley foi produzida por Coxsone Dodd no Studio One. O relacionamento dos dois se deterioraria mais tarde devido a pressões financeiras, e no começo da década de 1970 ele produziu o que é considerado por muitos o seu melhor trabalho, então pelas mãos de Lee "Scratch" Perry. A dupla também se separaria, desta vez por problemas com direitos autorais. Eles trabalhariam juntos novamente em Londres, e permaneceriam amigos até a morte de Marley.

O trabalho de Bob Marley foi amplamente responsável pela aceitação cultural da música reggae fora da Jamaica. Ele assinou com o selo Island Records, de Chris Blackwell, em 1971, na época uma gravadora bem influente e inovadora. Foi ali, com No Woman, No Cry em 1975, que ele ganhou fama internacional..

Tiroteio e violência eleitoral

Em 1976, dois dias antes de um show gratuito organizado por Bob Marley e o então primeiro-ministro jamaicano Michael Manley durante as eleições gerais, Marley, sua esposa Rita e o empresário Don Taylor foram baleados na residência do astro em Hope Road. Marley sofreu ferimentos leves no braço e no tórax. Don Taylor levou a maior parte dos tiros em sua perna e torso ao andar acidentalmente na frente da linha de fogo. Ele foi internado em estado grave mas recuperou-se. Rita Marley também foi internada após um grave ferimento na cabeça. Acredita-se que o tiroteio teve motivações políticas (os políticos jamaicanos eram em geral violentos na época, especialmente quando as eleições se aproximavam). O concerto foi visto como um gesto de apoio ao primeiro-ministro, e supostamente Marley foi alvo dos defensores do partido conservador da Jamaica, o Jamaican Labour Party. Embora a polícia nunca tenha pego os atiradores, os seguidores de Marley mais tarde "acertaram as contas" com eles nas ruas de Kingston. Além disso, o Candidato Michael Manley foi eleito.

Final de carreira

Bob Marley deixou a Jamaica no final de 1976 e foi para a Inglaterra, onde gravou os álbuns Exodus e Kaya e onde também foi preso pela posse de um cigarro de maconha. Ele lançou a música Africa Unite no álbum Survival em 1979, e então foi convidado a tocar nas comemorações pela independência do Zimbabwe em 17 de abril de 1980.

Convicções políticas e religiosas

Bob Marley era adepto da religião rastafári. Ele foi influenciado por sua esposa Rita, e passou a receber os ensinamentos de Mortimer Planno. Ele servia de fato como um missionário rasta (suas ações e músicas demonstram que isso talvez fosse intencional), fazendo com que a religião fosse conhecida internacionalmente. Em suas canções Marley pregava irmandade e paz para toda a humanidade. Antes de morrer ele foi inclusive batizado na Igreja Ortodoxa da Etiópia com o nome Berhane Selassie.

Marley era um grande defensor da maconha, usada por ele no sentido da comunhão, apesar de que seu uso não é consenso entre os rastafáris. Na capa de Catch a Fire inclusive ele é visto fumando um cigarro de maconha, e o uso espiritual da cannabis é mencionado em muitas de suas músicas.

Marley também tinha conexões com a seita rastafári "Doze Tribos de Israel", e expressou isso com uma frase bíblica sobre José, filho de Jacó, na capa do álbum Rastaman Vibration.

A batalha contra o câncer

Diagnóstico

Em julho de 1977 Marley descobriu uma ferida no dedão de seu pé direito, que ele pensou ter sofrido durante uma partida de futebol. A ferida não cicatrizou, e sua unha posteriormente caiu; foi então que o diagnóstico correto foi feito. Marley na verdade sofria de uma espécie de câncer de pele, chamado melanoma maligno, que se desenvolveu sob sua unha. Os médicos o aconselharam a ter o dedo amputado, mas Marley recusou-se devido aos princípios rastafaris que diziam que os médicos são homens que enganam os ingênuos, fingindo ter o poder de curar. Ele também estava preocupado com o impacto da operação em sua dança; a amputação afetaria profundamente sua carreira no momento em que se encontrava no auge (na verdade, a preocupação de Bob Marley era quanto à amputação de qualquer parte de seu corpo, seja o dedo do pé ou suas tranças. Para os seguidores dessa religião/filosofia, não se deve cortar, aparar ou amputar qualquer parte do corpo). Marley então passou por uma cirurgia para tentar extirpar as células cancerígenas. A doença foi mantida em segredo do grande público.

Conversão

Segundo seu filho Ziggy Marley, Marley se converteu ao cristianismo antes de morrer. O motivo seria o de que, segundo a religião rasta, o corpo é um templo sagrado e por isso retirar o câncer seria errado. Marley teria descoberto muitas coisas semelhantes entre o rastafarianismo e o cristianismo e decidido que seu corpo deveria ser cuidado. O próprio Ziggy ainda tenta espalhar o legado de seu pai, com ideais e raízes do rastafarianismo e do reggae, mas com um entendimento cristão.[1][2][3]

Colapso e tratamento

O câncer espalhou-se para seu cérebro, pulmão e estômago. Durante uma turnê no verão de 1980, numa tentativa de se consolidar no mercado norte-americano, Marley desmaiou enquanto corria no Central Park de Nova Iorque. Isso aconteceu depois de uma série de shows na Inglaterra e no Madison Square Garden, mas a doença o impediu de continuar com a grande turnê agendada. Marley procurou ajuda, e decidiu ir para Munique para tratar-se com o controverso especialista Josef Issels por vários meses, não obtendo resultados.

Morte

Um mês antes de sua morte, Bob Marley foi premiado com a Ordem ao Mérito Jamaicana. Ele queria passar seus últimos dias em sua terra natal, mas a doença se agravou durante o vôo de volta da Alemanha e Marley teve de ser internado em Miami. Ele faleceu no hospital Cedars of Lebanon no dia 11 de maio de 1981 em Miami, Flórida, aos 36 anos. Seu funeral na Jamaica foi uma cerimônia digna de chefes de estado, com elementos combinados da Igreja Ortodoxa da Etiópia e do Rastafarianismo. Ele foi sepultado em uma capela em Nine Mile, perto de sua cidade natal. Junto com ele foram enterrados sua guitarra Gibson Les Paul e uma bíblia.

Reputação póstuma

A música e a lenda de Bob Marley ganharam mais e mais força desde sua morte, e continuam a render grandes lucros para seus herdeiros. Também deu a ele um status mítico, similar ao de Elvis Presley e John Lennon. Marley é enormemente popular e bastante conhecido ao redor do mundo, particularmente na África e na América Latina. É considerado por muitos como o primeiro popstar do Terceiro Mundo.

Controvérsia sobre o local do túmulo

Em janeiro de 2005 foi divulgado que Rita Marley estava planejando exumar os restos de Bob Marley e enterrá-los em Shashamane, Etiópia. Ao anunciar sua decisão, Rita afirmou que "toda a vida de Bob foi centrada na África, não na Jamaica". Os jamaicanos foram amplamente contra a proposta, e a comemoração do aniversário de Bob em 6 de fevereiro de 2005 foi celebrada em Shashamane pela primeira vez, pois, antes todas as outras haviam sido realizadas na Jamaica.

Prêmios e honrarias

Discografia

Referências

Bibliografia

  • Marley, Rita e Jones, Rettie. No Woman No Cry: Minha Vida com Bob Marley
  • White, Timothy. Catch a Fire: The Life of Bob Marley. Owl Books (NY), 1998.

Filmes sobre Bob Marley

  • Rebel Music: The Bob Marley Story
  • Time Will Tell
  • Legend
  • Caribbean Nights
  • Live! (at the Rainbow)
  • Catch a Fire
  • Spiritual Jorney
  • You will die hard

Ligações externas