sexta-feira, 5 de junho de 2009

Muricy faz treino com portões fechados

Após treino fechado, Muricy dá apoio a Hernanes, mas não revela time
Volante, que passa por momento ruim, foi reserva na última partida

Hernanes passa por momento difícil
O técnico Muricy Ramalho fechou o treino na manhã desta sexta-feira por cerca de uma hora. Os jornalistas esperaram no estacionamento do CT da Barra Funda e quando entraram, só acompanharam um trabalho com bola entre os atletas. O comandante manterá o mistério na escalação até a hora da partida do
São Paulo contra o Avaí , neste domingo, em Florianópolis, pelo Brasileiro . E não revela também se Hernanes, que ficou no banco contra o Cruzeiro , voltará ao time. Mas dá apoio ao volante, que passa por um momento ruim.

- Já conversei há um tempo com o Hernanes. Às vezes acontece isso mesmo, tem que entender, ele é garoto ainda, passa por altos e baixos. Mas não é má fase, porque isso dura mais, é um momento ruim que deve passar logo. Esse carinho que ele recebe dos companheiros é importante demais - ressaltou Muricy.

Um jogador que pode fazer a estreia com a camisa tricolor neste domingo é Jean Rolt. O zagueiro chega em um momento que o São Paulo só tem um titular na posição (André Dias), já que Renato Silva está machucado, Miranda segue na seleção e Rodrigo ainda não tem condições de voltar por causa de uma embolia pulmonar sofrida há cerca de um mês.

- A gente está observando bem. O Jean estava jogando e treinando na Ponte Preta, o que já ajuda. Perdemos o Renato, infelizmente, e tem a possibilidade de o Jean ser aproveitado, ou ainda o Aislan - resumiu o comandante.

André Dias diz que está jogando em nome da zaga

André Dias confunde nome do reforço e brinca com dois 'Jeans' em campo
Zagueiro, que estava na Ponte Preta, adotou o sobrenome Rolt na camisa


Com a chegada de Jean por empréstimo da Ponte Preta, o São Paulo agora tem dois jogadores com o mesmo nome no elenco. O reforço adotou o sobrenome Rolt na camisa para facilitar a identificação em campo. Mas pode também ser chamado de César. Isso porque André Dias, ao dar as boas-vindas ao recém-chegado, o chamou de César, nome de um ex-zagueiro da Macaca. Jean Rolt não se importa. O capitão tricolor pode chamá-lo do que quiser. - Se ele quiser me chamar de César para diferenciar em campo não tem problema. O que ele escolher para me chamar, eu olho (risos). Futebol é muito rápido, as jogadas se decidem em segundos, então se gritarem Jean os dois vão olhar mesmo. Com o tempo a gente se ajeita. Não sei se vão arranjar um apelido, mas o Rolt na camisa já ajuda - explicou o Jean zagueiro. André Dias também brincou com a confusão. E já rebatizou o novo companheiro mesmo de... César. - Quando falei para ele que era bem-vindo, acabei chamando de César. Agora fica César mesmo (risos). Mas falando sério, vamos chamar os dois de Jean, não tem jeito, o importante é gritar e algum deles aparecer. Só no primeiro jogo que complica um pouco, depois vamos nos acostumando - acrescentou André Dias. Jean Rolt e o volante Jean (cujo segundo nome é Raphael) podem jogar juntos já neste domingo, contra o Avaí , em Florianópolis, pelo Brasileiro .

sexta-feira, 8 de maio de 2009

São Paulo fazera um novo filme contando a historeia de todos os titulos brasileiros do Sao Paulo

A G7 Cinema, única produtora brasileira de cinema a levar filmes sobre times de futebol para o circuito comercial de cinema e para rede nacional de TV, junto com o Departamento de Marketing do São Paulo, resolveram transformar essa receita de sucesso em filme. Nasce o filme “SOBERANO – SEIS VEZES SÃO PAULO”, um documentário longa-metragem que se propõe a contar a história dos seis títulos brasileiros conquistados pelo São Paulo sob o principal ponto de vista de sua existência: o do torcedor.

O time que comandará a produção do filme é formado por tricolores de carteirinha: na direção, Carlos Nader, cineasta, renomado e premiado no Brasil e no exterior por filmes como Pan Cinema Permanente. No roteiro, Maurício Arruda, atual diretor do Programa “Altas Horas”, da TV Globo, concorrente ao Oscar de 2001, com o roteiro do curta-metragem “Uma história de futebol”. Na direção musical, Nando Reis, ex-Titãs por 20 anos e hoje com sua carreira solo e uma outra banda – Os Infernais. Compôs, dentre tantos outros sucessos, a canção “É uma partida de futebol”, em parceria com Samuel Rosa, do Skank.

O torcedor são-paulino é quem conduzirá o filme; seus depoimentos contando passagens de vida tendo as conquistas do São Paulo como pano de fundo, é que irão nortear o enredo do filme. ”SOBERANO” também terá a participação de importantes personagens da história são-paulina – craques dentro e fora dos gramados – que contarão seus principais momentos nas seis conquistas nacionais.

Para que o torcedor possa interagir e participar ativamente da construção do filme, está disponibilizado o site www.filmesoberano.com.br, no qual o são-paulino poderá enviar seus depoimentos, seus vídeos próprios e votar na escolha da capa/pôster do filme, dentre as cinco sugestões de capa. Como se vê, o são-paulino não será apenas um simples espectador do filme, e

sim terá um poder determinante na sua construção. Os autores dos melhores depoimentos enviados ao site www.filmesoberano.com.br serão convidados para contar suas histórias em frente às

câmeras. As melhores imagens enviadas para o site farão parte do filme e o pôster será escolhido exclusivamente através da votação da torcida.

Para o Vice-Presidente de Comunicação e Marketing, Julio Casares, “este é um projeto inédito na vida do São Paulo e do futebol brasileiro, por ser um longa-metragem que ressalta o clube com as maiores conquistas do Brasil nas últimas décadas e, absolutamente soberano na história do Campeonato Brasileiro”.

A produtora do filme “SOBERANO”, a G7 Cinema, tem experiência de sobra na produção de documentários sobre futebol. São dela os mais recentes e exitosos filmes sobre futebol lançados em circuito comercial de cinema: “Inacreditável – a Batalha dos Aflitos” e “Gigante – como o Inter conquistou o mundo”, este último o segundo documentário mais visto no Brasil em 2007 e recordista histórico de venda de DVDs no sul do país, com mais de 50.000 cópias.

A previsão de lançamento de “SOBERANO” nos cinemas é em setembro de 2009. “SOBERANO” é um produto oficial licenciado do São Paulo Futebol Clube, que receberá parte da receita do filme.

Equipe técnica

Todas as etapas de elaboração do filme “SOBERANO” contarão com a participação de um time de cerca de 30 pessoas; como não poderia deixar de ser, toda a equipe artística, musical e de criação será formada por são-paulinos; afinal, apenas torcedores poderão cuidar como se deve de um filme feito com, sobre e para torcedores. Dentre os integrantes, podemos destacar:

Carlos Nader – Direção

Sua primeira lembrança de ser são-paulino vem da mãe, que lhe ensinou, juntamente com o Pai Nosso, um mantra que lhe soava igualmente sagrado: “Poy, Savério e Mauro; Bauer, Rui e Noronha; Friaça, Ponce de León, Leônidas, Remo e Teixeirinha”. A escalação do campeão paulista de 1949 grudou na sua memória e nunca mais saiu; nem mesmo quando deixou de freqüentar ao lado do pai e dos irmãos, as cadeiras cativas do Morumbi e migrou para o anel superior das arquibancadas do Cícero Pompeu de Toledo. Nader pegava o ônibus da CMTC que saía da Praça das Bandeiras junto de outros tantos torcedores ensandecidos e ia gritando e cantando até o Morumbi.

“Minha memória visual sempre foi muito boa; lembro desde pequeno de fatos marcantes da história do São Paulo através de imagens e fotos. Pra mim a mais marcante aconteceu em 1977, a cena em que o goleiro Waldir Peres sai do seu gol em direção ao meio de campo para abraçar os seus companheiros de time depois que o jogador do Atlético-MG chuta o pênalti para fora. Era apenas o primeiro título nacional do Tricolor, viriam mais cinco….mas para um adolescente fanático de 13 anos foi a glória”, relembra Nader.

Sobre a condução do filme, Carlos Nader aposta nas histórias que serão contadas pelos torcedores. “O site será fundamental para captarmos bons personagens que consigam contar na frente das câmeras, seus grandes momentos e emoções; com as lindas histórias que aparecerão construiremos o filme”, afirmou.

Biografia – Carlos Nader é um ensaísta audiovisual, especialista em linguagens que vão do documentário clássico à videoarte. Seus vídeos foram exibidos em centros culturais de mais de 20 países (como o MOMA de NY, o Stedelijk de Amsterdã e a Tate Modern de Londres) e veiculados em mais de uma dezena dos principais canais de TV internacionais (como o inglês Channel 4 e o Franco-Alemão ARTE). Entre os prêmios que recebeu estão o Mondial de la Vídeo de Bruxelles (1993), o Internationaler Videokunstpreis da ZKM (1998) na Alemanha, o Grande Prêmio de Cinema Brasil de Melhor Vídeo (2000), o de Melhor Documentário Brasileiro no Festival É Tudo Verdade e o Prêmio Especial do Júri da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) (2008).

Maurício Arruda – Roteiro

Mauricio Arruda se orgulha de ter transmitido para suas filhas uma herança da família: torcer para o São Paulo (“e para o Rogério Ceni”, elas acrescentam). É tricolor de sangue e também de carteirinha – uma velha carteirinha que ainda guarda desde a época em que ia ao Morumbi com a torcida organizada. Lembra-se como se fosse hoje, da estréia de Pedro Rocha com a camisa tricolor. “Ele era a personificação da raça e da qualidade”.

Assim como Carlos Nader, Arruda relembra a final de 1977 como um momento especial, mas não se esquece e valoriza muito cada momento dos tantos outros títulos que o Tricolor do Morumbi viria a conquistar. “O Brasileiro de 2006, por exemplo, teve um momento emblemático: o jogo contra o Cruzeiro, depois da eliminação na Taça Libertadores da América. O São Paulo perdia por 2 x 0 e o maior ídolo do time, o goleiro Rogério Ceni, estava sendo cobrado; para encurtar a história, ele pega um pênalti, empata o jogo marcando duas vezes e quebra o recorde mundial de gols feitos por um goleiro…foi incrível”, afirma.

Para Arruda, o roteiro do filme será desenvolvido totalmente a partir dos depoimentos dos são-paulinos. “Quem melhor do que o torcedor que vivenciou as emoções para conduzir um filme feito para ele? Serão suas sensações, seus dramas, suas histórias que nortearão o destino do filme”, aposta.

Biografia – Maurício Arruda disputou o Oscar de 2001 com o roteiro do curta-metragem “Uma História de Futebol”. Também escreveu novelas na TV Globo, como “Quatro por Quatro” e “Vira Lata”; as séries do Fantástico “Retrato Falado” e “Copas de Mel”; e os longas-metragens “Contador de Histórias” e “Amanhã Nunca Mais” com estréias previstas para 2009. Como diretor de televisão é responsável por programas como “Altas Horas”, da TV Globo, “Fanzine”, da TV Cultura e “Copa na Mesa”, da MTV.

Nando Reis – Direção Musical

Antes mesmo de nascer, Nando Reis já sabia qual seria seu time. Na maternidade, veio a confirmação. Com a pele muito branca, os olhos muito escuros e os poucos cabelos muito vermelhos, ele era geneticamente tricolor. São-paulino como seus irmãos, seu pai, seu tio e seu avô, passou a frequentar assiduamente o Morumbi. Uma camisa com o número 2 às costas revelava sua admiração por jogadores temperamentais. Depois de Pablo Forlán, Serginho Chulapa se tornou seu ídolo na adolescência. Chegou a fundar sua própria torcida uniformizada, a LSP (Loucura São-

paulina). Orgulha-se de ter povoado o mundo com cinco filhos, quatro deles são-paulinos, que garantirão uma nova geração de torcedores – que ele espera, não venha tão breve.

“Para mim o fato mais marcante envolvendo as conquistas nacionais do Tricolor, foi a final contra o Guarani, em 1986. Não pude gritar em casa com o gol do Careca, que levou o jogo à decisão por pênaltis porque estava com meu filho recém nascido em casa e dormindo no quarto. Foi uma explosão contida”, relembra

O desafio de ser o diretor musical do filme instiga Nando Reis. “Será algo inédito e emocionante na minha vida; não farei nada incidental, vou usar a meu favor minha paixão pelo São Paulo. Meu objetivo será reproduzir em forma de música a mesma emoção que o jogador passa do campo para a arquibancada”, afirma Nando Reis.

Biografia – Nando Reis é músico e durante 20 anos fez parte dos Titãs. Hoje em dia tem sua carreira solo e uma outra banda – Os Infernais. Entre incontáveis músicas gravadas por inúmeros artistas,

cabe aqui citar uma em especial: “É uma partida de futebol”, parceria sua com Samuel Rosa, do Skank; a canção foi escolhida para fazer parte da trilha oficial da Copa do Mundo da França, em 1998.

Produtor: Gustavo Ioschpe

Produção e Distribuição: G7 Cinema

Site oficial do filme: www.filmesoberano.com.br

FONTE E TEXTO: Cinthia Savino – SPFC

São Paulo está nas quartas de final da libertadores sem precisar jogar

Conmebol decide jogo único, mas mexicanos se recusam a entrar em campo

Clubes da América do Norte não aceitam a medida adotada pela entidade. São Paulo está pronto para receber partida contra o Chivas

Site do Chivas diz que time mexicano está fora da disputa da Libertadores

Após a Federação Mexicana de Futebol anunciar oficialmente que o Chivas, adversário do São Paulo, e o San Luis estão fora da Libertadores (devido à nova gripe), a Conmebol resolveu tomar uma decisão no intuito de manter os times da América do Norte na competição sul-americana. De acordo com a entidade, os duelos entre São Paulo e Chivas e Nacional-URU e San Luis serão decididos em jogo único.

De acordo com o departamento de imprensa da Conmebol, as datas dos jogos, inclusive, já estão definidas. O São Paulo enfrenta o Chivas, no Morumbi, em 20 de maio. No mesmo dia, o Nacional-URU recebe o San Luis, em Montevidéu. Em caso de empate nos 90 minutos, a vaga às quartas-de-final da Libertadores será decidida diretamente nos pênaltis.

Apesar da decisão da Conmebol, a Federação Mexicana garante que não aceita a medida e pretende manter a posição de excluir os dois times do país da competição. Alheio à polêmica, o diretor de futebol do São Paulo, João Paulo de Jesus Lopes, se disse pronto a colaborar para que a partida contra o Chivas aconteça.

- Conversei com o Nestor Benítez (diretor de comunicação da Conmebol), e ele me disse que vai ter um jogo só, no dia 20 de maio, com os mexicanos do Chivas, e em caso de empate haverá decisão por pênaltis. Não é a solução ideal, mas é a melhor possível. Os mexicanos não aceitaram jogar duas no Brasil, e outros países não quiseram receber a partida - disse Lopes.

O mandatário da CBF, Ricardo Teixeira, ligou para o presidente são-paulino, Juvenal Juvêncio, informando que o jogo único acontecerá no Morumbi. No entanto, o site oficial do Chivas Guadalajara afirma que o time não jogará. O diretor tricolor disse que o clube já foi oficialmente informado pela Conmebol e está pronto para mandar o jogo único.

- Não sabemos se o Chivas virá ou se vai desistir da Libertadores, mas seguimos o que a Conmebol determinar. Se os mexicanos vierem, faremos o possível para tornar a estadia deles a mais confortável possível, ajudaremos no que for necessário - garantiu Lopes.

Entretanto, a posição do Chivas é firme: o clube não aceita jogo único e não quer discutir o assunto com a Conmebol. A decisão de não entrar em campo já está tomada, de acordo com o presidente da agremiação mexicana, Pedro Saez.

- Chivas e San Luis decidiram que não jogam mais porque as regras não foram cumpridas. A gripe está sendo controlada, não há motivo para não jogarem no México. Não queremos jogo único e não queremos conversa com ninguém da Conmebol - avisou Saez.

Caso Chivas e San Luis se recusem a cumprir a determinação da Conmebol, o São Paulo, que pediu para não jogar no México, e o Nacional-URU estarão automaticamente classificados às quartas-de-final da Libertadores.

São Paulo reclama do local do jogo Chiva-MEXxSão Paulo ser no México


Diretoria do São Paulo reclama sobre possibilidade de jogar no México
Diretor João Paulo de Jesus Lopes lamenta: 'É preocupante'


A notícia de que a Conmebol deseja marcar o primeiro jogo entre São Paulo e Chivas, pelas oitavas-de-final da Taça Libertadores, para o México não foi bem recebida pela diretoria tricolor. O diretor de futebol do clube, João Paulo de Jesus Lopes, disse que a opção não seria a melhor dentre as possíveis.
- É preocupante ter um jogo no México. A Organização Mundial de Saúde (OMS) definiu o país como risco de grau cinco, que indica iminência de pandemia. Vamos esperar a confirmação para depois pensarmos no que pode ser feito. Essa questão não passa mais pelos clubes, mas pela Conmebol e pelas autoridades sanitárias – explicou o dirigente são-paulino.

Nesta quinta-feira, agências internacionais noticiaram que o primeiro jogo entre os dois clubes seria realizado em Guadalajara, no México. O duelo havia sido adiado por causa do surto de gripe suína no país, e a Conmebol chegou a tentar levar o confronto para Chile e Colômbia, sem sucesso. Até mesmo o Brasil surgiu como possibilidade. Na última quarta, a Federação Mexicana de Futebol liberou os estádios locais para partidas do torneio nacional. Além do Tricolor, o Nacional (URU) tem como adversário o San Luis. Este jogo também foi adiado para a próxima quarta-feira.

Apesar das informações das agências, a Conmebol ainda não se pronunciou oficialmente por seu site. Decio de María Serrano, secretário geral da Federação Mexicana, aproveitou o anúncio da abertura dos portões para convidar São Paulo e Nacional para jogarem no país, garantindo uma recepção de qualidade.

- Enviamos uma notificação à Conmebol e esperamos a confirmação da entidade para mandar as duas partidas da Libertadores no México. Todos os sul-americanos serão bem-vindos - resumiu Serrano, na última quarta.

domingo, 12 de abril de 2009

Jorge Vagner fala que agora o importante é o Paulistão

Meia tricolor admite que estadual passou a ser mais importante que Libertadores

Jorge Wagner diz que conquistar o Paulistão agora é prioridade do São Paulo

Jorge Wagner garante que Paulista é prioridade

Se no começo da temporada a Libertadores era a prioridade do São Paulo, parece que o segundo lugar conquistado nas últimas rodadas e a classificação para as semifinais do Campeonato Paulista mudaram o pensamento dos jogadores.

Apesar do Tricolor estar vivo no torneio das Américas e ter um confronto na Colômbia - contra o Independiente de Medellín -, na quarta-feira, a possibilidade de conquistar o título do estadual é mais concreta, já que restam apenas duas partidas para definir o finalista. Jorge Wagner, meia do Tricolor, confirmou a preferência.


- Agora o que está valendo para a gente mesmo é o Paulistão. Tem um jogo da Libertadores no meio da semana fora de casa e a intenção é somar mais pontos e ficar mais tranqüilo para disputar o estadual mais à vontade. É nossa prioridade.


Em decorrência da simultaneidade das competições, além do duelo com o Corinthians, neste domingo às 16h, no Pacaembu, a agenda do clube é um dos principais adversários a ser enfrentado.

- Quando você faz um jogo importante como foi o de quinta (vitória por 2 a 1 sobre o Defensor pela Libertadores) tem um desgaste normal. Mas nos concentramos um dia antes para que possamos guardar energias para as semifinais. Estamos acostumados a atuar assim.